domingo, 17 de março de 2019
domingo, 30 de dezembro de 2018
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
Oração de São Judas Tadeu, no Painel do Coronel Paim
Oração de São Judas Tadeu.
'São Judas Tadeu, glorioso apóstolo, fiel servo e amigo de Jesus, o nome do traidor é causa de serdes esquecido por muitos, mas a Santa Igreja honra-vos e invoca-vos universalmente como padroeiro de casos desesperados, sem remédio. Intercedei por mim que sou tão miserável pondo em prática, eu vo-lo rogo, o privilégio particular que vos é concedido a fim de trazer ajuda pronta e visível onde isso é quase impossível. Vinde valer-me nessa grande necessidade para que eu possa receber as consolações e socorros do Céu em todas as minhas aflições, necessidades e sofrimentos, particularmente (aqui dizer a graça que deseja obter...) e que possa bendizer a Deus convosco e todos os eleitos por toda a eternidade. Eu vos prometo, bem aventurado São Judas Tadeu, ter sempre presente esta grande graça e não cessar de honra-vos, como meu especial e poderoso Padroeiro e farei quanto possa para espalhar a devoção para convosco. Amém. São Judas Tadeu, rogai por nós, e por todos os que vos honram e vos invocam'.segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Simplesmente Potente: Qual é o significado do sacrifício de Jesus?
Jesus veio para dar a si próprio, como um sacrifício por todos os povos. Esta mensagem foi anunciada no princípio da história humana, brasonada com uma assinatura divina nos sacrifícios de Abraão e daPáscoa, com mais detalhes profetizados em várias profecias no Velho Testamento. Porque a sua morte é tão importante e merece tal enfâse? Esta é uma pergunta que vale a pena considerar. A Bíblia declara algo semelhante a uma lei ao dizer:
Porque o salário do pecado é a morte… (Romanos 6:23)
“A morte” quer dizer, literalmente, “separação”. Quando a alma se separa do corpo morremos fisicamente. De forma semelhante, estamos separados de Deus espiritualmente. Isto é verdade porque Deus é santo (sem pecado), e como estamos corrompidos do nosso estado original, pecamos.

Isto pode ser visualizado por meio desta ilustração – estamos em cima de um penhasco e Deus está no penhasco oposto. Estamos separados de Deus por este abismo sem fundo. Como um ramo cortado de uma árvore morre, também estamos “cortados” de Deus e, espiritualmente, estamos mortos.
Esta separação causa vergonha e receio. Por isso, naturalmente tentamos construir pontes para sair do nosso lado (da morte) e chegar ao lado onde está Deus. Tentamos isto de muitas maneiras diferentes: indo à igreja, templo, ou mesquita; sendo religioso, sendo bons, meditando, tentando ser mais atenciosos, orando mais, etc. Esta lista de atos para ganhar méritos é muito comprida para alguns de nós – e cumpri-la é complicado! Isto está ilustrado na figura seguinte.

O problema é que os nossos esforços, méritos, sacrifícios, práticas ascéticas etc., embora não sejam coisas más, são insuficientes porque o pagamento necessário pelos nossos pecados é a morte. Os nossos esforços são como uma ponte que tenta atravessar o abismo entre nós e Deus, mas no fim não é capaz de alcançar a Deus. As nossas boas ações não resolvem o nosso problema. É como tentar curar um cancro fazendo uma dieta vegetariana. Dietas vegetarianas não são más, mas não curam um cancro. É preciso um tratamento totalmente diferente.
Até agora esta Lei tem sido muito negativa. É tão negativa que às vezes não a queremos ouvir e frequentemente enchemos a nossa vida de atividades e bens na esperança de nos afastarmos desta Lei. Como a cura para o cancro passa a ser muito importante logo que ouvimos o diagnóstico que temos cancro, também a Bíblia dá enfâse a esta Lei sobre o pecado e a morte para ficarmos interessados numa cura simples mas ainda assim potente.
Porque o salário do pecado é a morte, mas… (Romanos 6:23)
A palavrinha “mas” mostra que a direção desta mensagem vai mudar e tornar-se a Boa Nova do Evangelho – a cura.
Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.(Romanos 6:23)
A boa nova do Evangelho é que o sacrifício da morte de Jesus é suficiente para atravessar a separação entre nós e Deus. Sabemos isto porque três dias depois de morrer, Jesus ressuscitou corporalmente do túmulo, tornando-se vivo por meio da ressurreição física. Ainda que algumas pessoas escolham a não acreditar na ressurreição de Jesus, a maior parte ainda não se informou da forte evidência da ressurreição de Jesus. O sacrifício de Jesus foi demonstrado profeticamente pelo sacrifício de Abraão e a inauguração do sacrifício da Páscoa.
Jesus era um humano que viveu uma vida sem pecado. Por isso, Jesus pode alcançar os dois lados do abismo – o lado de Deus e o lado dos humanos – cobrindo o abismo que separa as pessoas de Deus. Ele é a Ponte para a Vida, e isto pode ilustrar-se como mostra a figura seguinte.

Note como nos é oferecido o sacrifício de Jesus. É nos oferecido como um “dom gratuito”. Pense em presentes. Não importa o que seja, um presente verdadeiro é gratuito; não é algo que se possa merecer ou ganhar. Se tivermos ganhado um presente, já não é um presente verdadeiro. No mesmo sentido não se pode merecer ou ganhar o sacrifício de Jesus; é oferecido como um dom grátis. É simples!
Ora, o que é o “dom”? É “a vida eterna”. Isto significa que o pecado que nos leva à morte, agora está cancelado. O sacrifício de Jesus é uma ponte que podemos atravessar para chegar a Deus e receber vida – vida que dura para sempre. Este dom é dado por Jesus que, por ressuscitar dos mortos, mostra-se ser o “Senhor”. É poderoso desta forma!
Então, como é que nós “atravessamos” esta Ponta da Vida que nos é oferecida? Mais uma vez, pense em presentes. Se alguém vier lhe dar um presente, não é merecido. Mas para desfrutar o presente tem que, pelo menos, recebê-lo. Quando um presente é oferecido existem duas alternativas. O presente é rejeitado (“Não obrigado”) ou recebido(“Obrigado pelo presente! Deixa-me ver o que é!”). Da mesma forma, este presente que nos é oferecido por Jesus tem que ser recebido – é só isso. Não pode ser só consentido mentalmente, estudado, ou compreendido. Isto está ilustrado na figura seguinte; atravessamos a cruz quando nos viramos a Deus e recebemos o presente que Ele nos oferece.

tem que escolher receber.
Então, como é que recebemos este dom? A Bíblia diz que,
Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. (Romanos 10:13)
Note que esta promessa é para todos. Desde que Jesus ressuscitou dos mortos, Jesus está vivo e ainda é o “Senhor”. Por isso, se chamarmos a Jesus ele irá ouvir e estender-nos o dom da vida eterna. Tem que chamar a Jesus e pedir-lhe por meio duma conversa com ele. Talvez nunca tenha feito isto antes. Aqui tem um guia para o ajudar a conversar e orar a Jesus. Não é um feitiço mágico. Não são as palavras que dão poder. É a nossa confiança (como tinha Abraão) em Jesus que ele tem a vontade e o poder de nos dar este dom. Quando confiarmos em Jesus, ele vai ouvir e responder-nos. O Evangelho é potente e ainda assim é tão simples. Não hesite a seguir este guia enquanto fala em voz alta ou silenciosamente no seu espírito, com Jesus para receber este dom.
Senhor Jesus. Eu entendo que estou separado de Deus por causa dos meus pecados. Por mais que eu tente, não há esforço ou sacrifício da minha parte que possa transpor esta separação. Eu entendo que a Tua morte foi um sacrifício para purificar todos os pecados – até os meus. Acredito que Tu ressuscitaste depois do Teu sacrifício para que eu pudesse saber que Teu sacrifício é suficiente. Peço-Te que me limpes e me leves a Deus para que eu possa ter a vida eterna. Não quero viver uma vida escravizada pelo pecado; por favor, liberta-me dos meus pecados. Obrigado Senhor Jesus por fazertudo isto por mim. Que continues a conduzir-me ao longo da minha vida para que eu possa seguir-Te como o meu Senhor. Amém.
Postado por Carlos PAIM
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Qual é o sentido da ressurreição de Jesus para um cristão?
A ressurreição de Cristo não se reduz à revitalização de um indivíduo qualquer. Com ela foi inaugurada uma dimensão que interessa a todos seres humanos
Man praying in the cave © iurii / Shutterstock
A fé na ressurreição de Jesus Cristo é o fundamento da mensagem cristã.
A fé cristã estaria morta se lhe fosse retirada a verdade da
ressurreição de Cristo. A ressurreição de Jesus são as primícias de um
mundo novo, de uma nova situação do homem. Ela cria para os homens uma
nova dimensão de ser, um novo âmbito da vida: o estar com Deus. Também
significa que Deus manifestou-se verdadeiramente e que Cristo é o
critério no qual o homem pode confiar.
A fé na ressurreição de Jesus é algo tão essencial para o cristão que São Paulo chegou a escrever: “Se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vazia, e vazia também a vossa fé” (1Cor 15, 14).
A ressurreição de Cristo não é apenas o milagre de um cadáver reanimado. Não se trata do mesmo evento que ocorreu com outros personagens bíblicos como a filha de Jairo (cf. Mc 5, 22-24) ou Lázaro (cf. Jo 11, 1-44), que foram trazidos de volta à vida por Jesus, mas que, mais tarde, num certo momento, morreriam fisicamente.
A ressurreição de Jesus “foi a evasão para um gênero de vida totalmente novo, para uma vida já não sujeita à lei do morrer e do transformar-se, mas situada para além disso: uma vida que inaugurou uma nova dimensão de ser homem”, explica o Papa Bento XVI no segundo volume do seu livro “Jesus de Nazaré”.
Jesus ressuscitado não voltou à vida normal que tinha neste mundo. Isso foi o que aconteceu com Lázaro e outros mortos ressuscitados por Ele. Jesus “partiu para uma vida diversa, nova: partiu para a vastidão de Deus, e é a partir dela que Ele se manifesta aos seus”, prossegue o Papa.
A ressurreição de Cristo é um acontecimento dentro da história que, ao mesmo tempo, rompe o âmbito da história e a ultrapassa. Bento XVI a explica com uma analogia. “Se nos é permitido por uma vez usar a linguagem da teoria da evolução”, a ressurreição de Jesus é “a maior ‘mutação’, em absoluto o salto mais decisivo para uma dimensão totalmente nova, como nunca se tinha verificado na longa história da vida e dos seus avanços: um salto para uma ordem completamente nova, que tem a ver conosco e diz respeito a toda a história” (homilia da Vigília Pascal de 2006).
Portanto, a ressurreição de Cristo não se reduz à revitalização de um indivíduo qualquer. Com ela foi inaugurada uma dimensão que interessa a todos seres humanos, uma dimensão que criou para os homens “um novo âmbito da vida, o estar com Deus”, explica o Papa no livro “Jesus de Nazaré”.
As narrativas evangélicas, na diversidade de suas formas e conteúdos, convergem todas para a convicção a que chegaram os primeiros seguidores de Jesus, de que sua ação salvadora, tal como se havia pressentido nas Escrituras, não se frustrara nem se havia encerrado com sua morte. Pelo contrário, cumpria a promessa de Deus feita desde as origens da humanidade e, portanto, o fato de Jesus estar vivo e atuante na história tinha sua base em Deus, vinha confirmar a esperança que depositamos em Deus de que a verdade e o bem, a justiça e a paz hão de triunfar, terão a última palavra, porque Deus é fiel.
O mistério da ressurreição de Cristo é um acontecimento que teve manifestações historicamente constatadas
A fé na ressurreição de Jesus é algo tão essencial para o cristão que São Paulo chegou a escrever: “Se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vazia, e vazia também a vossa fé” (1Cor 15, 14).
A ressurreição de Cristo não é apenas o milagre de um cadáver reanimado. Não se trata do mesmo evento que ocorreu com outros personagens bíblicos como a filha de Jairo (cf. Mc 5, 22-24) ou Lázaro (cf. Jo 11, 1-44), que foram trazidos de volta à vida por Jesus, mas que, mais tarde, num certo momento, morreriam fisicamente.
A ressurreição de Jesus “foi a evasão para um gênero de vida totalmente novo, para uma vida já não sujeita à lei do morrer e do transformar-se, mas situada para além disso: uma vida que inaugurou uma nova dimensão de ser homem”, explica o Papa Bento XVI no segundo volume do seu livro “Jesus de Nazaré”.
Jesus ressuscitado não voltou à vida normal que tinha neste mundo. Isso foi o que aconteceu com Lázaro e outros mortos ressuscitados por Ele. Jesus “partiu para uma vida diversa, nova: partiu para a vastidão de Deus, e é a partir dela que Ele se manifesta aos seus”, prossegue o Papa.
A ressurreição de Cristo é um acontecimento dentro da história que, ao mesmo tempo, rompe o âmbito da história e a ultrapassa. Bento XVI a explica com uma analogia. “Se nos é permitido por uma vez usar a linguagem da teoria da evolução”, a ressurreição de Jesus é “a maior ‘mutação’, em absoluto o salto mais decisivo para uma dimensão totalmente nova, como nunca se tinha verificado na longa história da vida e dos seus avanços: um salto para uma ordem completamente nova, que tem a ver conosco e diz respeito a toda a história” (homilia da Vigília Pascal de 2006).
Portanto, a ressurreição de Cristo não se reduz à revitalização de um indivíduo qualquer. Com ela foi inaugurada uma dimensão que interessa a todos seres humanos, uma dimensão que criou para os homens “um novo âmbito da vida, o estar com Deus”, explica o Papa no livro “Jesus de Nazaré”.
As narrativas evangélicas, na diversidade de suas formas e conteúdos, convergem todas para a convicção a que chegaram os primeiros seguidores de Jesus, de que sua ação salvadora, tal como se havia pressentido nas Escrituras, não se frustrara nem se havia encerrado com sua morte. Pelo contrário, cumpria a promessa de Deus feita desde as origens da humanidade e, portanto, o fato de Jesus estar vivo e atuante na história tinha sua base em Deus, vinha confirmar a esperança que depositamos em Deus de que a verdade e o bem, a justiça e a paz hão de triunfar, terão a última palavra, porque Deus é fiel.
O mistério da ressurreição de Cristo é um acontecimento que teve manifestações historicamente constatadas
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